Cirurgia aberta do joelho: quando ainda é a melhor via
A artroscopia não substituiu a cirurgia aberta do joelho. Entenda o que é a artrotomia, em que situações o acesso aberto continua…
Ler artigoO Dr. Bruno Bandeira é médico especialista em Ortopedia e Traumatologia, com atuação em patologias e cirurgias do joelho. A consulta ajuda a compreender o quadro e a discutir as possibilidades de tratamento conservador, infiltração ou cirurgia, conforme a necessidade de cada paciente.
Atendimento presencial na Barra da Tijuca e em Campo Grande. A equipe confirma unidade, horário e forma de atendimento no momento da marcação.
Dor, rigidez, instabilidade e dificuldade para realizar atividades podem ter diferentes causas. Uma avaliação individual ajuda a relacionar os sintomas ao histórico, ao exame clínico e aos exames disponíveis.
Alguns sinais e situações costumam motivar uma avaliação — e reconhecer-se em um deles não significa ter um diagnóstico, mas sim ter um bom motivo para investigar.
Dor que permanece, volta com frequência ou aparece após esforços e atividades.
Sintomas que começaram depois de um acidente, movimento brusco ou lesão esportiva.
Sensação de que o joelho não oferece segurança ao caminhar, mudar de direção ou apoiar o peso.
Dificuldade para dobrar ou estender o joelho e realizar movimentos habituais.
Casos de menisco, ligamentos ou LCA que precisam ser avaliados junto aos sintomas e exames.
Dor, rigidez e limitação que podem estar relacionadas ao desgaste da articulação.
Quando tratamentos anteriores não trouxeram a evolução esperada e é necessário reavaliar o caso.
Para quem recebeu uma indicação ou deseja compreender melhor as alternativas antes de decidir.
Essas queixas não confirmam um diagnóstico. Somente a avaliação médica pode investigar a causa e definir uma conduta adequada.
Quero avaliar o que está acontecendo
O objetivo é reunir as informações necessárias para entender o quadro, esclarecer dúvidas e discutir os caminhos que podem fazer sentido para você.
Ao final, o paciente recebe explicações sobre o quadro e pode conversar sobre as possibilidades de acompanhamento. Dependendo do diagnóstico e das condições individuais, a conduta poderá envolver tratamento conservador, infiltração ou avaliação cirúrgica. Nenhuma dessas opções é indicada automaticamente.
Conversa sobre início, evolução, intensidade, limitações, traumas e tratamentos anteriores.
Avaliação dos movimentos, pontos de dor, estabilidade e função do joelho.
Revisão dos exames disponíveis e avaliação da necessidade de investigação complementar.
Esclarecimento das hipóteses ou do diagnóstico em linguagem compreensível.
Definição dos próximos passos e da necessidade de reavaliação.
Não ter todos esses itens não impede o agendamento. A equipe poderá orientar você antes da consulta.
A escolha depende do diagnóstico, dos sintomas, do exame clínico, dos exames disponíveis e das necessidades individuais. Não são etapas obrigatórias nem uma sequência universal.
Para compreender dores, traumas, instabilidade, rigidez, limitação funcional, exames ou diagnósticos já recebidos.
A consulta não garante um diagnóstico imediato nem antecipa a indicação de qualquer procedimento.
Quero solicitar uma consultaPossibilidades não cirúrgicas discutidas conforme o diagnóstico e a resposta clínica, como fisioterapia, fortalecimento e controle de carga.
Não funciona da mesma maneira para todos e não deve ser apresentado como garantia de evitar cirurgia.
Conhecer as possibilidades conservadorasPossibilidade terapêutica para situações selecionadas, sempre após consulta e indicação médica.
Não é indicada automaticamente, não substitui a consulta e não permite prometer alívio ou adiamento de cirurgia.
Solicitar avaliação para infiltraçãoPode ser avaliado quando houver indicação e quando a situação clínica justificar essa possibilidade.
Cada cirurgia possui indicações, riscos, planejamento e recuperação próprios. Não há resultado ou prazo garantido.
Solicitar uma avaliação cirúrgicaOs sintomas podem ter causas distintas. O atendimento relaciona o que você sente ao histórico, ao exame clínico e aos exames disponíveis.
A presença de um sintoma não confirma nenhuma dessas condições. A avaliação médica é necessária para investigar a causa.
A menção a um procedimento não significa que ele seja indicado para todas as pessoas com sintomas semelhantes.
Quero conversar sobre o meu casoProcurar avaliação não significa receber indicação cirúrgica. Em muitos casos há possibilidades conservadoras a considerar e acompanhar ao longo do tempo.
A decisão considera o impacto dos sintomas, a estabilidade do joelho, a rotina do paciente, a resposta a tratamentos anteriores e os achados do exame clínico e dos exames complementares.
A infiltração pode ser uma possibilidade em situações selecionadas, mas a indicação começa pela avaliação. Não é possível prometer alívio, duração de efeito, número de aplicações nem substituição de uma cirurgia. A indicação, o tipo de procedimento, os riscos e os cuidados devem ser explicados individualmente, na consulta.
Você pode solicitar uma avaliação para conversar sobre as possibilidades não cirúrgicas, mesmo sem saber ainda qual se aplica ao seu caso.
O contato não confirma a indicação nem a realização de qualquer procedimento. Para entender melhor as opções não cirúrgicas, veja tratamento conservador e infiltrações.
A cirurgia pode entrar na discussão quando o quadro, a limitação funcional, os exames e a evolução clínica justificam essa possibilidade.
Alguns pacientes chegam à consulta com um diagnóstico ou uma indicação cirúrgica anterior. Outros apresentam sintomas que ainda precisam ser investigados. Em ambos os casos, a avaliação busca relacionar os achados dos exames ao que a pessoa sente, às limitações do dia a dia e aos objetivos funcionais.
Quando existe indicação de cirurgia, é importante compreender o motivo do procedimento, quais alternativas foram consideradas, como ocorre o planejamento e quais cuidados fazem parte do acompanhamento. A técnica, os riscos, os materiais e a recuperação variam conforme cada caso e só podem ser definidos após avaliação.
A artroscopia é uma técnica cirúrgica que permite examinar e tratar o interior da articulação por meio de pequenas incisões, com o auxílio de uma câmera. Sua indicação depende do diagnóstico e ela não deve ser apresentada como automaticamente superior, sem risco ou associada a uma recuperação garantida.
Situações que podem motivar avaliação: diagnóstico já recebido, sintomas persistentes, lesões dentro da articulação ou indicação anterior de artroscopia.
Lesões meniscais podem apresentar características diferentes e nem todas recebem a mesma conduta. A avaliação considera os sintomas, o exame clínico, as imagens, a estabilidade do joelho, a rotina e os tratamentos anteriores.
Quando a possibilidade cirúrgica é discutida, o procedimento é explicado de acordo com o tipo e as características da lesão. Preservar tecido meniscal sempre que possível é um objetivo da conduta contemporânea.
Lesões ligamentares podem causar dor, insegurança ou sensação de falseio, especialmente em mudanças de direção e atividades físicas. O plano pode envolver acompanhamento conservador ou avaliação de reconstrução ligamentar, conforme o diagnóstico, o grau de instabilidade, a demanda funcional e os objetivos do paciente.
O Dr. Bruno realiza a reconstrução do ligamento cruzado anterior e a reconstrução ligamentar intra e extra-articular, entre outros procedimentos da região.
A artroplastia total, conhecida como prótese do joelho, pode ser considerada em casos selecionados, após análise da condição da articulação, dos sintomas, da limitação funcional, do estado geral do paciente e das alternativas já avaliadas.
O objetivo é reduzir a dor e melhorar a função. Não é possível prometer eliminação da dor, recuperação de determinada capacidade ou prazo de retorno às atividades.
A osteotomia é um procedimento que pode ser considerado em situações específicas para modificar a distribuição de carga no joelho, transferindo-a de uma região desgastada para outra mais preservada.
A pertinência depende de fatores clínicos e de imagem que precisam ser analisados individualmente, entre eles o alinhamento do membro e o estado dos compartimentos da articulação.
Se você já recebeu uma indicação de artroscopia, de procedimento para menisco, de reconstrução ligamentar ou de prótese, pode solicitar uma segunda avaliação para compreender melhor o quadro e as possibilidades antes de decidir.
Leve os exames, laudos, relatórios e informações sobre tratamentos anteriores que estiverem disponíveis.
Nenhum procedimento é indicado por esta página. Riscos e recuperação variam conforme o diagnóstico, a cirurgia, as condições clínicas e a evolução individual.
O Dr. Bruno Bandeira Esteves é médico especialista em Ortopedia e Traumatologia, com atuação na avaliação e no tratamento de patologias e cirurgias do joelho.
Graduou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina Souza Marques, em 2010, e realizou residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Santa Teresa, em Petrópolis. Após a residência, obteve o título de especialista e tornou-se membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia — SBOT.
Sua trajetória reúne experiência clínica e cirúrgica em condições do joelho e prática com procedimentos artroscópicos.
Na consulta, busca compreender como o problema afeta a rotina do paciente, explicar o quadro de maneira clara e discutir as possibilidades de cuidado com atenção e responsabilidade.
Uma avaliação pode ser considerada quando há dor persistente ou recorrente, trauma, torção, instabilidade, rigidez, perda de movimento, limitação das atividades ou falta de melhora após tratamentos anteriores. Também é possível buscar avaliação quando já existe um diagnóstico ou uma indicação de procedimento.
Não. A necessidade de cirurgia depende do diagnóstico, dos sintomas, do exame clínico, dos exames complementares, da limitação funcional e da resposta a tratamentos anteriores. Muitos casos podem ser conduzidos por caminhos não cirúrgicos.
O Dr. Bruno conversa sobre o histórico e os sintomas, realiza o exame clínico, analisa os exames que você já possui e explica as hipóteses ou o diagnóstico. Em seguida, discute as possibilidades de acompanhamento e tratamento adequadas ao caso.
Sim. Exames de imagem, laudos, relatórios e informações sobre tratamentos anteriores contribuem para a avaliação. Eles ajudam, mas não substituem o exame clínico.
Quando o diagnóstico, a instabilidade, a limitação funcional, os exames e a evolução do quadro sustentam essa possibilidade. Antes da decisão, devem ser esclarecidos o objetivo do procedimento, as alternativas, os cuidados e as particularidades da recuperação.
Sim. Você pode levar seus exames, laudos, relatórios e a indicação já recebida para compreender melhor o quadro e discutir as possibilidades antes de decidir.
O tempo varia conforme o diagnóstico, o procedimento, as condições clínicas, a reabilitação e a evolução individual. Não é possível definir um prazo antes da avaliação.
Não. Em caso de trauma importante, deformidade, incapacidade de apoiar o peso, dor intensa ou outra situação que exija atendimento imediato, procure um serviço de urgência ou emergência.
Cada caso deve ser avaliado individualmente. Na consulta, o objetivo é compreender o seu quadro, esclarecer o diagnóstico e discutir as possibilidades de tratamento.
Agendar consultaArtigos escritos para explicar, em linguagem acessível, o que costuma estar por trás dos sintomas e o que a avaliação leva em conta.
A artroscopia não substituiu a cirurgia aberta do joelho. Entenda o que é a artrotomia, em que situações o acesso aberto continua…
Ler artigo
A prótese de joelho substitui superfícies articulares desgastadas e costuma ser discutida quando a artrose limita a vida de forma…
Ler artigo
O joelho tem mais de um ligamento, e uma torção pode atingir qualquer um deles. Entenda quais estruturas dão contenção à…
Ler artigo